Fonte: Dinheiro Vivo
Serviços Contabilidade
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Guia prático de impostos com o resumo de todas as taxas!!!
terça-feira, 21 de maio de 2013
Os conselhos de Soares dos Santos aos jovens empreendedores...
O presidente da Jerónimo Martins, Alexandre Soares
dos Santos, aconselhou hoje os jovens empreendedores a serem "cidadãos
do mundo" e a esquecerem o Governo e "esta aldeia onde vivemos", se
quiserem crescer e ser felizes.
O Empresário falava na
apresentação em Lisboa do LIDE Futuro, de que é mentor, um subcomité do
LIDE Portugal - Grupo de Líderes Empresariais dedicado ao apoio a
jovens empreendedores, dos 18 aos 32 anos.
"Nós somos cidadãos do mundo, as empresas são do mundo. Quando estamos a desenvolver um produto temos que saber que os nossos concorrentes estão em toda a parte" e não apenas em Portugal, disse o empresário, aconselhando os jovens empreendedores a estarem "permanentemente informados e atualizados", sobretudo sobre a concorrência.
Entre os muitos conselhos deixados aos aprendizes de empresários, Soares dos Santos alertou-os para os maus resultados das "más práticas", que "matam as empresas", e a não enveredarem pelo caminho da corrupção, porque estaria. a "prejudicar a cultura e a missão da empresa".
Para se ter êxito no mundo empresarial, o presidente da Jerónimo Martins considera que é preciso estar disposto a sacrifícios, a trabalhar sábados e domingos e a saber esperar, sem querer enriquecer rapidamente.
Diz também que "não se pode aceitar a derrota, tem que se aprender com os erros e andar sempre para a frente". E ensina a não pensar pequeno e a "não hesitar ir para a Bolsa, se for o caso", e a serem cada vez maiores.
Lembra, porém, que "criar riqueza não é só ter dinheiro, é também criar emprego, dar emprego a outros jovens".
Fonte: Dinheiro Vivo
O Empresário falava na
apresentação em Lisboa do LIDE Futuro, de que é mentor, um subcomité do
LIDE Portugal - Grupo de Líderes Empresariais dedicado ao apoio a
jovens empreendedores, dos 18 aos 32 anos."Nós somos cidadãos do mundo, as empresas são do mundo. Quando estamos a desenvolver um produto temos que saber que os nossos concorrentes estão em toda a parte" e não apenas em Portugal, disse o empresário, aconselhando os jovens empreendedores a estarem "permanentemente informados e atualizados", sobretudo sobre a concorrência.
Entre os muitos conselhos deixados aos aprendizes de empresários, Soares dos Santos alertou-os para os maus resultados das "más práticas", que "matam as empresas", e a não enveredarem pelo caminho da corrupção, porque estaria. a "prejudicar a cultura e a missão da empresa".
Para se ter êxito no mundo empresarial, o presidente da Jerónimo Martins considera que é preciso estar disposto a sacrifícios, a trabalhar sábados e domingos e a saber esperar, sem querer enriquecer rapidamente.
Diz também que "não se pode aceitar a derrota, tem que se aprender com os erros e andar sempre para a frente". E ensina a não pensar pequeno e a "não hesitar ir para a Bolsa, se for o caso", e a serem cada vez maiores.
Lembra, porém, que "criar riqueza não é só ter dinheiro, é também criar emprego, dar emprego a outros jovens".
Fonte: Dinheiro Vivo
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Queimar as pestanas a estudar, afinal, já não compensa...
Lord Winston revelou que não gosta de contratar pessoas que, na
universidade, tenham tido a classificação de "Muito Bom/Excelente".
Diz que prefere escolher pessoas que se ficaram pelo "Bom", isto é, que não passaram o tempo todo a marrar. Uma pessoa com horizontes mais amplos será melhor cientista do que um marrão sem mundo que largou a biblioteca.
Li isto e rejubilei. Como faço parte do grupo preferido de Lord
Winston, digo-vos que as suas palavras são de grande sabedoria. É
animador... mas será verdade? Para tirar isso a limpo, enviei um ‘mail'
descarado a 40 colegas do FT que ocupam cargos sénior a pedir que
partilhassem a sua nota final na universidade. Os resultados não foram
bem os que eu esperava.
O FT está cheio de gente que Lord Winston jamais recrutaria: perto de
metade dos inquiridos tiveram "Muito Bom/Excelente". Não é uma
propriamente uma surpresa. O que é surpreendente é quem tem essa
classificação e quem não tem. Esqueçam que tive mais que tempo, décadas
para ser sincera, para avaliar a inteligência dos meus colegas - as
previsões foram um fiasco. Só acertei nos casos mais óbvios.
Esta experiência mostra que aqueles que tiveram a melhor
classificação não são, em média, melhores ou piores jornalistas que os
que tiveram "Bom". Diria que há uma ligeira tendência - embora possa
estar a puxar a brasa à minha sardinha - para os que tiveram "Bom" se
destacarem pela originalidade e sentido de humor, enquanto os Muito
"Bom/Excelente" tendem a ser mais consistentes e rigorosos - mas só
muito ligeiramente.
Mesmo não sendo um cientista famoso, posso dizer que é necessário
reunir três coisas para ter uma boa nota final: trabalho árduo,
inteligência e, num segundo plano, sorte. Resumindo, a brilhante nota
final pode ser o resultado de uma de três hipóteses: marranço, cabeça ou
acaso - e todas elas são diferentes.
O mesmo se aplica aos outros. No meu caso, obtive um vergonhoso
(suado e marrado) Bom, passei horas e horas na biblioteca, um pouco
menos no ‘pub' e o resto do tempo fiquei enfiada no quarto. Não tinha
outros interesses nem horizontes amplos, apesar de no primeiro ano ter
dado aulas de tricô a não licenciados. Assim sendo, represento o pior de
todos os mundos para Lord Winston: faço parte do grupo de marrões com
vistas curtas que, ainda por cima, não conseguiu acabar o curso com
"Muito Bom". E depois? Tornei-me uma excelente funcionária.
O mais interessante nas respostas não foi a classificação que
obtiveram, mas a forma como responderam à minha pergunta. A primeira
relação que pude estabelecer foi entre a média final e a celeridade na
resposta. Quanto melhor a nota, mais rápida a resposta. Isto não se
explica apenas pelo facto de sermos jornalistas inseguros. Esta obsessão
com a nota de fim de curso é uma falha de carácter nacional,
particularmente acentuada nas pessoas que frequentaram Oxford e
Cambridge. Há uns dias entrevistei o Arcebispo de Canterbury e também
ele sentiu a necessidade de me dizer que pouco fizera para merecer a
nota com que terminou Cambridge, o tal famigerado "Bom".
Percebo agora o absurdo que foi perder tempo a discutir isto. Desde
que concluiu os seus estudos, o Arcebispo tem dado provas da sua
inteligência diariamente. O mesmo posso dizer de mim e de todos os
outros. Apesar disso, continuamos amarrados a uma semana de exames que
fizemos há dez, 20, 30 ou 40 anos. É de loucos. Mas posso imaginar
porquê: a) para a maioria das pessoas, a nota final de curso foi a
última vez que tiveram uma classificação objectiva; b) ninguém lhes pode
tirar isso; e c) o sistema de classificação das universidades
britânicas é estúpido.
Perante isto, os empregadores terão de escolher entre aqueles que
continuam a remoer sobre a nota final de curso e os que estão
convencidos de que receberam um atestado de inteligência vitalício por
terem tido "Excelente". Uma amiga que gosta de recrutar estagiários diz
que evita os que têm grandes notas: "A opinião que têm acerca da sua
inteligência provavelmente é muito diferente da minha". Apesar disso,
não se põe a inventar regras rígidas sobre o assunto. Encontrar a pessoa
certa é de tal forma difícil que a única coisa sensata que podemos
fazer é não ter regras. Não contratar pessoas com excelentes notas é
quase tão absurdo como não contratar homens com bigode.
Fonte: Económico
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Casal inventa filho para burlar Estado!!!
«Francisco
já tinha idade para ir à escola. Para jogar à bola. Já tinha cartão de
cidadão, a Câmara até lhe tinha dado um quarto só para si. Francisco
recebia mensalmente um apoio do Estado, mas não existia. Foi inventado
por uma família que conseguiu, durante sete anos, enganar tudo e todos. A
Polícia Judiciária do Porto andou quatro meses à procura de Francisco
(...)»
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